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Quarta-feira, 25 / 05 / 11

Características da comunicação verbal com o bebé

 

(imagem tirada da net)

 

Características da comunicação verbal com o bebé

A fala

  • Características gerais:

–  Exageros em grau ou extensão

–  Velocidade alterada

–  Pausa entre cada fala maternal

–  Exageros de tempo e de intensidade dos estímulos vocais maternos

– “O diálogo entre a mãe e o bebé não é vulgar. É mais um monólogo feito pela mãe sob a forma de um diálogo imaginário (…)”.

  • O bebé está a ser ensinado a esperar/respeitar as pausas existentes numa conversação normal. Porém, nos momentos de brincadeira, a mãe e o bebé vocalizam em conjunto.

O olhar

  • Contacto visual prolongado entre a mãe e o bebé (30 segundos ou mais).
  • Nos momentos de brincadeira, a mãe olha constantemente para o bebé e vocaliza ao mesmo tempo.
  • Contrariamente, no momento da amamentação, a mãe não olha simultaneamente enquanto vocaliza (interpretado como um ”convite” para a brincadeira-consequente interrupção da amamentação)

Representações faciais e outros movimentos de cabeça

  • Aparição e desaparecimento repentino de um rosto para chamar ou prender a atenção (jogo das escondidas com movimentos de cabeça em que o bebé é o espectador e a mãe a única jogadora).
  • Representações faciais repetidas como parte de brincadeiras não-relacionadas (ex: vibrar os lábios contra a barriga do bebé, com representações faciais)
  • Cada apresentação do rosto é acompanhada de uma expressão facial exageradamente discreta ou acentuada.
  • Relativamente aos movimentos de cabeça, uma das características comuns é o exagero ou a integridade da manifestação.

 

 

 

 

sinto-me:
publicado por olharovazio às 22:36
Quarta-feira, 18 / 05 / 11

O recém-nascido

 

O recém-nascido

O sorriso

   Endógeno

  • Desde o nascimento
  •  Acto reflexo

Exógeno

  • No fim do 1º mês de vida
  •  Acto de resposta irregular aos estímulos externos

O bebé humano está biologicamente preparado para emitir sinais, (sorriso pré-social ou olhar incidente), o que faz com que os adultos concentrem neles a sua atenção.

Processos sensoriais do recém-nascido

  • Os processos sensoriais sustentam a ligação e relação do bebé com o mundo.
  • O recém-nascido tem nitidamente preferência por certos estímulos visuais: cores brilhantes e contrastadas, faces esquemáticas, e sobretudo a face humana.
  • Procura faces emissoras de estímulos sociais. Se deparar com uma expressão rígida e não atractiva, desvia a atenção e fica desapontado. 
  •  Entre as 5 e 7 semanas, o bebé aumenta a fixação nas faces.
  • Mostra preferência pela face da sua mãe.

“A organização da percepção visual do recém-nascido é uma capacidade do organismo humano, não dependente da aprendizagem. “            (Goren e Col)

  • O recém-nascido vem dotado de tendências de procura de estimulação.
  • Apenas foca objectos a cerca de 25 centímetros dos seus olhos (a mesma que se separa os seus olhos da sua mãe durante a alimentação).
  • A mãe deve encontrar um ponto de equilíbrio entre o mínimo indispensável de estímulos para assegurar o despertar do interesse visual do bebé e um excesso de estímulos desgastantes.
  • O contrato visual do bebé está na base da sociabilidade humana ( Rheingold).
  • O desenvolvimento da atenção visual selectiva representa um estádio precoce do desenvolvimento perceptual – cognitivo. (Robson)
  • O bebé concentra-se primeiro nos eixos que limitam e contrastam cada objecto.
  • Todas as respostas do bebé aos estímulos parecem programadas para chamar a atenção da mãe e despertar a interacção.

 

 

Segundo Brazelton…

O estádio representa um modelo dinâmico que exprime todo o reportório comportamental do bebé.

Os mecanismos neurológicos infantis estão em estreita relação com os estádios do recém-nascido.

Estádio 1

(estádio de sono)

Corresponde ao sono profundo (tranquilo):

O bebé é essencialmente capaz de “cortar ligação” com o mundo;

Estádio 2

(estádio de sono)

Corresponde ao sono leve (activo):

O bebé tem um nível de actividade baixo, contudo é frequente seguir-se para um estádio de vigília.

Estádio 3

(estádio intermédio)

Bebé sonolento/Adormecido

Corresponde a um ciclo de vigília – sono

Reactivos a vários estímulos sensoriais (durante a estimulação dá-se uma mudança de estádio).

Estádio 4

(estádio de vigília)

Estádios de vigília e processamento de respostas a alguns estímulos sensoriais.

- Início de aprendizagem simples.

- Para iniciar uma interacção a cabeça do bebé deve estar com os olhos abertos e centrados em linha média

Excessiva concentração no objecto Actividade motora exagerada Diminuição de concentração

Estádio 5

(estádio de vigília)

O bebé está de olhos abertos;

   - Actividade motora considerável, incluindo movimentos vários nas extremidades e alguns sustos espontâneos;

   - Reactivo à estimulação exterior.

Estádio 6

(estádio de vigília)

    - Choro intenso, difícil de interromper;

    - Choro cuja função é de protecção, pois desperta respostas positivas e auxilio a cortar o contacto com o ambiente;

    - O bebé pode descarregar toda a actividade e energia acumulada, o que pode levar á passagem para outro estágio, nomeadamente o do sono.

 

 In: Apontamentos de Psicologia

sinto-me:
publicado por olharovazio às 21:44
Quarta-feira, 11 / 05 / 11

Reacções de comportamento social solicitado pelo bebé

 

 

(imagem retirada da net)

 

 

A primeira revelação que o bebé tem do nosso mundo tem a ver com tudo o que a mãe faz.

É a partir do comportamento da mãe que o bebé começa a construir o seu conhecimento e a experiência de tudo o que é humano: a presença humana, os rostos e as vozes, as suas formas, expressões, significado dos comportamentos, a relação entre o seu comportamento e o de outra pessoa.

As pessoas adultas (principalmente a mãe) para além de fazerem coisas diferentes quando estão ao pé de bebés, também o fazem de outra forma. Um exemplo disso é a “conversa de bebé”.

No entanto, essa “conversa de bebé” faz parte de um “retrato” mais vasto: grande parte do comportamento social da mãe com o bebé é utilizado em função do bebé.

A mãe altera a expressão facial, o modo como fala, os sons que emite, os movimentos corporais e os ritmos das suas reacções.

Estas acções da mãe perante o bebé são considerados fora do normal e até bizarros se fossem usados com outra pessoa sem ser o bebé. São comportamentos maternais, que são solicitados pelo bebé.

As pessoas que cuidam de bebés manifestam este tipo de reacções naturalmente e quase inconscientemente, de acordo com o que elas são ou de acordo com o seu bebé.

A maior parte dos comportamentos que a mãe tem são um aspecto normal e necessário da parte da biologia humana, mais precisamente à maternidade.

 Expressões faciais:

•        As expressões utilizadas por quem cuida de crianças tendem a ser exageradas no espaço e no tempo. São exemplos disso a expressão de fingida surpresa e a careta.

•        O exagero no espaço consiste no facto de se usarem partes do rosto na sua posição mais exagerada.

•        O exagero no tempo consiste no facto de se manter a mesma expressão por um período de tempo bastante acentuado.

 

 Três das expressões de grande importância no repertório de expressões faciais solicitadas por bebés são:

•        O sorriso;

•        A expressão de preocupação;

•        A expressão de simpatia;

•        Estas combinam elementos de fingida surpresa com a careta, e a “expressão” de um rosto inexpressivo, que embora não seja utilizada apenas com bebés, é importante na situação solicitada pelo bebé.

 

In: Apontamentos de Psicologia

 

sinto-me:
publicado por olharovazio às 21:44
Domingo, 01 / 05 / 11

Intolerâncias alimentares

 

(imagem retirada da net)

 

A intolerância alimentar é uma reacção adversa a um alimento desencadeada por um alimento ou ingrediente. Não envolve o sistema imunitário. A reacção é causada pela má digestão/absorção de um alimento específico ou ingrediente presente num dado alimento.

 

Causas:

São várias: libertação de histamina, que produz sintomas semelhantes aos de uma alergia: carência de enzimas responsáveis pela digestão de determinados alimentos, consumo excessivo de alimentos ricos em substâncias com efeitos farmacológicos (cafeína, histamina, tiramina, triptamina ou serotonina) ou reacção adversa aos aditivos presentes em alimentos processados.

 

Sintomas:

Os sintomas podem variar de pessoa para pessoa, tornando-se em alguns casos mesmo impossível de definir qual o ingrediente do alimento que provocou a reacção alérgica. Os sintomas de intolerância alimentar podem ser confundidos com os de uma alergia alimentar. Se o sistema digestivo não puder tolerar certos alimentos, o resultado pode ser uma perturbação gastrointestinal, gases, náuseas, diarreia e outros problemas. É imprtante consultar um médico para determinar a avaliar o grau e as causas de uma reacção alérgica a determinado alimento.

 

Tratamento:

Em primeiro lugar, é necessário identificar o alimento ou alimentos que provocam a intolerância. Depois disto, basta eliminá-los da dieta habitual.

 

Tipos mais comuns:

As intolerãncias mais comuns são as que dizem respeito aos hidratos de carbono, nomeadamente à lactose, glucose, galactose e sacarose. No entanto, a intolerância ao glúten também é muito comum. Outros tipos de intolerâncias incluem a intolerância ao álcool, a certos tipos de fibras e aditivos alimentares, tais como os intensificadores de sabor ou conservantes (sulfito) aplicados nos alimentos.

 

Intolerância à lactose:

A intolerância à lactose é a intolerância alimentar mais comum. as pessoas afectadas por ela não têm quantidade suficientes da enzima lactase, que digere o açúcar do leite, a lactose.

Os sintomas (Cólicas, gases, diarreia) desta intolerância manifestam-se 30 minutos a 2 horas após a ingestão de alimentos com lactose. Algumas causas são bem conhecidas, tais como certas doenças digestivas e lesões no intestino delgado, que podem reduzir a quantidade da enzima lactase.

Algumas crianças nascem sem a capacidade de produzir a lactase. No caso de crianças alimentadas com leite materno, o aleitamento deve ser mantido durante o máximo de tempo possível. No caso de crianças alimentadas com fórmulas contendo leite de vaca, esta deve ser substituída por fórmulas especiais com redução de lactose. Se a criança já bebe leite de vaca ou derivados do leite, estes devem ser retirados da alimentação.

Para a maioria das pessoas, a deficiência de lactase é algo que se desenvolve naturlamente com o tempo. Crianças mais velhas e a maioria dos adultos podem não precisar de uma dieta tão severa e alguns conseguem mesmo tolerar pequenas porções de lactose. Por exemplo, alguns toleram iogurte, outros não.

 

Intolerância à glucose e à galactose:

Provoca os mesmos sintomas e é tratada da mesma maneira que a intolerância à lactose, mas não existe deficiência enzimática. Estes açúcares não são absorvidos.

 

Intolerância à sacarose:

Esta intolerância é muito mais rara que a intolerância à lactose e é causada por uma deficiência na enzima sacarase.

 

In: Revista Certa

 

 

 

 

 

sinto-me:
publicado por olharovazio às 19:22
"A educação tem raízes amargas, mas os frutos são doces." ( Aristóteles )

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